sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Uma comédia nada engraçada

Bem, quantas vezes a gente encontra vários filmes por ai que são baseados em fatos reais e que são ganhadores de audiência. Se você que está lendo isto está procurando um fato muito bom para poder fazer um documentário, sinto lhe informar, mas você veio ao lugar errado. Alguns diriam que a minha vida é uma comédia, já outros acham que a minha vida é uma coisa meio sombria e sem definição. Agora vai saber o que realmente a minha vida é. Se a minha vida fosse um filme seria mais ou menos assim:
"E lá estava ela sentada em uma varanda de uma fazenda, usando meias e havaianas, um pijama e tomando chocolate quente observando a chuva". Tudo bem que isso não faz parte da minha vida, mas a grande realidade é que um filme da vida de uma adolescente seria parecido com o de todas as outras, porque apesar de pensarmos que não há mais ninguém no mundo que sofra como nós, existem sim outras gatas borralheiras que sonham se tornar Cinderela. No filme da minha vida, eu sairia pro shopping com minhas amigas, me afastaria delas e diria que não conheço nenhuma, quando começassem a pagar mico dentro de alguma loja. Me trancaria no meu quarto depois de gritar com a minha mãe porque eu não lavei a louça. Choraria no meio da noite ouvindo musicas românticas lembrando daquele menininho que eu conheci quando estava na pré-escola. Escreveria mil cartas de amor, que não seriam entregues a seus destinatários. Brigaria com qualquer professor que não soubesse respeitar os direitos da turma. Riria de coisas que não tem a menor graça. Amaria pela primeira vez, percebendo que todas aquelas paixonites de pré-adolescente não eram nada perto do que estaria sentindo ali. Me decepcionaria com esse primeiro amor e me trancaria em casa uma semana, sem me comunicar com ninguém. Choraria a perda do meu pai, e temeria a perda da minha mãe. Me preocuparia com vestibular. Brigaria com minhas amigas quando estivesse totalmente cega de amores por uma pessoa que só me fazia mal, e depois perceberia que elas estavam certas. Teria medo de baratas, choraria frequentemente, detestaria TPM e odiaria ficar gripada. Não teria melhor amiga nem amigo, e sim as melhores amizades. O filme da minha vida, poderia ser uma comédia, mas também poderia não ser nada engraçado, isso só depende de quem vê. E no final, eu apenas começaria a viver para mim mesma, sem me importar tanto com os outros. De uma coisa eu posso ter certeza, a minha vida já é um filme, e eu não preciso de audiência para ele continuar em cartaz.

  Post para o Blorkutando
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Você pra mim é pior que TPM


Bem, sinto lhe informar, mas eu não gosto de você! Isso mesmo, eu não te pedi para estar comigo e preferia te ter muito longe de mim. Você me deixa feia, mau humorada, me tira a respiração, modifica a minha voz e ainda me leva toda a criatividade! Você faz mal a qualquer um, e todos mantém uma certa distancia de mim por SUA causa. Você atrapalha tudo que eu vou fazer e eu já não aguento mais isso! Até quando você vai ficar aqui? Já chega, vá embora, você já me causou estragos suficientes. Ninguém te suporta gripe, e eu muito menos, você pra mim, é pior que TPM.

Além da Verdade

Além da Verdade
     Por:Érica Arruda


  Acordei como todos os outros dias, mas dessa vez, não sentei para ler o jornal e nem ao menos tomei o café da manhã. Apenas vesti minha roupa, que por sinal me incomodava roupas tão apertadas, eu sentia muita falta daquela linda bata branca que eu vestia, simples e leve, mas voltando ao que eu dizia, aquele dia eu saí à procura de um emprego. Peguei um ônibus em frente ao hotel, indo em direção ao centro da cidade, havia conversado com a camareira nos dias que ela conseguia parar um pouco no meu quarto para me fazer companhia, e em uma dessas conversas ela me havia dito que o centro era o melhor lugar para quem procurava um emprego. O ônibus estava cheio, foi difícil entrar e me acomodar junto àquelas pessoas, nessa hora senti falta das minhas asas. Se ainda as tivesse, levaria apenas alguns minutos, sem contar o fato de que eu não estaria espremida no meio de tanta gente "porca" que nem dizem vocês. Ali naquele ônibus, além de demorar muito tempo para chegar, eu me senti um monstro, não se sinta espantado com a minha colocação, afinal vocês estão acostumados a usar esse tipo de veículo, mas não se importam com a destruição que ele causa, e sim, eu me sentia um monstro, porque eu estava colaborando com aquilo, e eu estava me sentindo presa, em meio aquela situação precária que muitos viviam ali dentro. Quando me diziam que o ser humano era cheio de defeitos, eu não acreditava, afinal, vocês foram feitos a semelhantes a Deus. Só que quanto mais tempo eu passava aqui na Terra, eu podia ver a grande diferença existente entre nós. Como já disse, podem me chamar de Holl, acho que vamos nos encontrar mais do que eu esperava.
domingo, 13 de fevereiro de 2011

Aulas

Olá pessoal, para a tristeza de toda a nação todos os meu leitores, as minhas aulas começaram, ou seja, mais estudo, menos tempo de internet, mais livros do PAS pra ler, e menos tempo para escrever, o que resulta em menos postagens. Eu sei que tem gente que está querendo me matar, porque eu ainda não postei o quarto capítulo de Além da Verdade, eu peço mil desculpas, mas é que toda essa confusão de volta às aulas me deixa perdida, e pra completar ainda peguei uma gripe, que me atormenta, e eu fico nervosa, feia, e totalmente sem criatividade. Espero que possam me compreender, e prometo que tentarei postar até o fim da semana o 4° capitulo da série (vocês podem me matar se eu não postar).
Abraços
  Érica Arruda
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Solidão, a minha solução


E ali estava eu, isolada de todo o mundo, em meio a natureza, a minha melhor companhia. Meus livros de um lado, meus textos do outro, o celular desligado dentro da mochila. Era uma belo dia aquele, um ótimo dia para ficar sozinha e poder escrever um pouco. Eu já estava cansada de ter todo mundo me atormentando a cada momento, cansada de ser dominada pelo vicio da internet, das brigas dentro de casa, das mortes na tv, do caos no transito, do medo da população. Eu precisava de um tempo pra mim, nunca pensei que a solidão seria a melhor solução, quem me conhece sabe que eu não suporto a ideia de ficar sozinha. Mas aquele dia foi diferente, eu me senti relaxada, não senti a menor falta das pessoas que me cercam, não senti falta do amigo computador, e nem saudade das minhas musicas, ali naquele momento éramos só eu, Deus e o som que a natureza quer nos mostrar, mas nunca paramos para ouvi-la. Aquele dia, eu me encontrei, eu pensei, eu me tornei amiga de mim mesma, eu esqueci os problemas, eu me senti bem com a solidão. Aquele dia, o dia que não existiu, ficará pra sempre na memória, mesmo que seja só fantasia.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"A Vergonha?" - crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB


Olá pessoal, o que estão achando do blog?

Bem, hoje de manhã quando abri minha caixa de e-mails, recebi um e-mail com o texto de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB, texto que por sinal, causou muita polemica em vários blogs, e que também não se sabe ao certo se o texto é realmente de autoria do mesmo. Se se interessarem , leiam o texto, é uma boa critica sobre o programa, apesar de ser um pouco "bruto" com as palavras. É um pouco grande, mas vale a pena ler.

Uma parte do texto que muito me interessou, foi a parte em que o autor, pergunta se esse é o verdadeiro exemplo que nós temos de heróis, como são chamados os integrantes da casa. E ele ainda nos mostra o que são verdadeiros heróis:

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida
por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a
isso todo santo dia. 
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças
complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais
saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs,
voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna
heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam
suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como
mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede
Globo.

  
  Espero que isso possa conscientizar a população, e perceber a que tipo de programa estão sendo submetidos a ver e que valores estão ganhando com isso.
Um abraço.


 



 

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