sexta-feira, 29 de julho de 2011

Informativo

Queridos leitores, o Flor de Diamantes se encontra com poucas postagens pois a sua linda autora está ocupada com o JAMgada, mas logo mais depois do dia 7, voltarei com força total.
Espero que aguardem e continuem por aqui.
Um abraço
Érica Arruda
segunda-feira, 25 de julho de 2011

Obrigada


Poderia falar mil palavras, poderia passar noites acordada por ti, muitas pessoas fazem isso, poderia fazer milhões de coisas por você, mas não o faço. Na verdade, eu nunca fiz muito, mas sabes que tentei. Mas eu sou assim, você quis que eu fosse assim. Tenho esse meu jeito ignorante e arrogante, troco o certo pelo duvidoso, faço coisas que não são de seu agrado, mas sempre te amei. Sei que assumi responsabilidades com você que exigiriam mais de mim, mas como eu sempre digo, eu sou fraca e me sinto envergonhada por esse fato. Mesmo assim, quero agradecer, por todos os momentos que esteve ao meu lado. Sei que fostes o único que não me abandonou, mesmo nos tristes momentos que duvidei de você. Prometo seguir-te por toda a minha vida, eu pude escolher e nunca trocarei de ideia, você sim pode me fazer feliz. Obrigada Deus, por acompanhar-me nessa caminhada, sem ti nada seria. Obrigada pela minha vocação, seguirei sempre ao teu lado.
terça-feira, 19 de julho de 2011

Nossa querida utopia



Poderia começar a nossa história com um "Era uma vez..." Mas detestamos contos de fadas. Poderia dizer que somos um lindo casal, mas somos tão diferentes que o igual se tornaria utópico demais. Poderia dizer que nos amávamos intensamente, mas somos tão confusos que o que sentimos um pelo outro talvez passe longe do amor. Poderia dizer que todos invejavam nosso amor, mas somos tão distantes um do outro que nem sequer sabem da existência do "nós". Poderia dizer que te achava um cafajeste e você me provaria que não, mas você já nasceu cafajeste e não esconde isso de ninguém. Poderia dizer que nos casaríamos e teríamos filhos, mas somos tão irresponsáveis que não chegaríamos nem perto de escolher nomes. Poderia dizer que nos separaríamos depois de alguns anos casados, mas casamento é uma coisa séria demais pra nós dois. Poderia dizer que voltaríamos e seríamos felizes para sempre, mas "para sempre" não existe em nosso vocabulário. Ou poderia mudar esse "para sempre" por "um final feliz", mas não queremos um final para nós dois. Na verdade, nem ao menos sabemos se o que estamos vivendo é um começo. Eu não penso em você o tempo todo, na verdade eu nem lembro de você até que apareça na minha frente, eu não sei e não tenho o menor interesse em saber seu número de telefone, e até a alguns dias eu te odiava. Então, não vejo o porque de escrever a nossa história, não vejo o porque de imaginar um futuro ao qual você faça parte, nem vejo o porque de escrever por você, ainda está muito longe de ser minha fonte de inspiração. Seria uma história simples e curta, cuja metade seria insultos e palavrões e a outra metade estaria dividida em pequenos momentos de paz e outros pequenos momentos de beijos. Talvez possa ter sido carência, ou apenas desejo, a raiva pode gerar isso. Amor, tenho certeza que não o é, mas sei que se pudesse escrever a nossa história, ela se chamaria: Nossa querida utopia.
sexta-feira, 8 de julho de 2011

Hoje eu chorei


Hoje eu chorei. Ao ao ouvir a tua voz no telefone, não suportei. Lembrei-me de quando a gente se amava e percebi o quão distante esse tempo se tornou. Fazia já algum tempo que não escrevia assim, na verdade você sempre foi a minha fonte de inspiração, a única coisa proveitosa em lembrar de sua existência. Sabe, eu tentei ao máximo sair da sua vida, tentei não te ligar e nem ao menos atender as suas ligações... Mas eu não consegui. Esse sempre foi o meu maior defeito, a minha fragilidade. Lembro-me do quão grande era o medo de te ver partir e da dor imensa que me cravou o peito quando você se foi. Prometi não chorar, prometi não sofrer, prometi que não ia mais querer te ver. Milhões de tentativas frustadas de te esquecer ocorreram. Quantas e quantas vezes busquei gostar de outra pessoa e apenas decepcionei-me mais... As pessoas sempre dizem que o tempo resolve tudo, que tudo vai se acertar. Mas parece que esse tempo não passa, parece que nada se resolve! Queria desprender-me desse amor, na verdade, queria desprender-me desse medo de solidão. Queria saber viver sem pensar com quem estarei futuramente, quem será o responsável pela minha felicidade futura. Se tivesse condições, fugiria. Sempre tive essa vontade de isolar-me do mundo, e se tivesse oportunidade, o faria. Mas as coisas não funcionam assim, só os filmes, os livros, os grandes e pequenos romances nos proporcionam essa solução. Deve ser esse o motivo para sentir-me tão próxima e íntima das palavras. São elas que me permitem tudo, posso voar, posso encontrar um príncipe encantado, posso ser uma rainha, posso apenas ser, sem exitar em compreender. Quem me dera ao menos uma vez acreditar por um instante em tudo que existe e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes. Se todas fossem felizes, eu também seria. Não que esteja dizendo que não sou, mas como disse antes, hoje eu chorei, e todas as lembranças ruins que estava tentando apagar, estão presentes novamente em minha memória. No momento, não estou feliz. Gostaria de estar, poder escrever palavras bonitas e aconchegantes. Mas a guerra ainda não acabou, seguirei lutando até que um dia eu vença, ou como em qualquer guerra, até que eu morra.
terça-feira, 5 de julho de 2011

1 ano vivendo intensamente!

Como vocês podem ver, o blog está de cara nova! E existe um motivo especial para tanta dedicação: O Blog fez 1 ano de existência!
E como boa blogueira que sou, eu precisava agradecer aos meus queridos leitores.


 No começo é assim, você escreve sem saber realmente o que está fazendo, ou apenas para soltar palavras que não são ditas para as pessoas que deveriam ouvi-las. Só que tudo isso começa a fazer parte da sua vida, parte dos seus sonhos. Sim, ser uma escritora reconhecida com milhões de livros vendidos se tornou meu sonho desde quando comecei a me empenhar com meu blog. Muitos blogs por ai tem milhões de seguidores, e confesso, gostaria que o meu também tivesse. Mas agradeço profundamente pelos meus 39 seguidores e também aos meu leitores que não me seguem. Durante este ano que se passou, eu pude crescer dentro do universo chamado "blogosfera" e fico feliz por isso. O blog já ganhou algumas colocações e a cada vez que eu via meu nome estampado nos projetos, ficava com um sorriso enorme no rosto. É essa a minha felicidade, escrever e saber que ao menos alguém lê o que escrevo. Mas tudo isso ocorreu não só por mim, mas por todas as pessoas que um dia me apoiaram, que me davam inspiração. Meus amigos, meus colegas, meus leitores, meus anjos da guarda. Foi assim que o Flor de Diamantes cresceu, e diferente do que ele era quando foi criado, hoje ele já não pertence a mim, ele pertence a todos vocês! 


Um grande abraço
Érica Arruda
sexta-feira, 1 de julho de 2011

Amigos

Queridos amigos,

Escrevo-lhes para contar uma triste história de vida, na verdade estou brincando pois sei que ficariam entediados com a minha longa e tortuosa história, afinal, já a conhecem de "cabo a rabo". Sem mais delongas, como vocês sabem, eu sou bem direta e não escondo nada de ninguém, morrerei em breve. Sim, tenho uma doença gravíssima e pouco tempo de vida. Sei que pensam que estou brincando, mas não. Digo-lhes a verdade e nada mais que a verdade, e fico imaginando como estará a face de vocês ao lerem esta carta, parece-me engraçado. Ok, a morte de uma pessoa não é nada engraçada, mas como devem lembrar, eu sempre ri até nas piores situações possíveis, como por exemplo quando fomos parar na delegacia por engano e comecei a rir da cara do policial que bateu a cabeça na porta da viatura! Sei que morrerei feliz, pelo menos espero isso, porque pode ocorrer de um de vocês se desesperar e se tacar na frente de um carro para morrer junto comigo! Sei que me amam muito, mas não há necessidade para tal ato, será bom passar uns tempos no céu longe de vocês, e quando subirem também, eu darei uma festa, isso é se Deus permitir, mas se ele não deixar, nós fugiremos, como sempre fazíamos quando nossas mães não nos deixava ir para as festas. Então pessoal, é o seguinte, não quero ver ninguém chorando no meu enterro, nem jogando flores no meu cachão, eu não gosto de flores, mas se puderem jogar um CD do Charlie Brown Jr ficaria grata. Por favor, nada de música de enterro, seria melhor se vocês cantassem "A árvore da montanha olê iaô", ficaria diferente e original, e se alguém reclamar, vocês podem dizer que fui eu quem mandou e se achar ruim voltarei para puxar não só o pé, mas o corpo inteiro para debaixo da cama cheia de baratas. E por falar em baratas, é melhor não me enterrar não, prefiro ser cremada, não suportaria ficar embaixo da terra com as baratas, me dá pavor, vocês bem devem lembrar do meu trauma com baratas, como por exemplo a noite que passei sentada com medo de alguma subir em mim. Como sei que vocês são preguiçosos e não gostam de ler, encerro minha carta por aqui. Queria poder dizer-lhes que estou brincando com vocês, mas infelizmente, esta carta só foi uma maneira que encontrei para disfarçar um pouco a dor que estou sentindo em despedir-me de todos vocês. Espero que fiquem bem sem mim, precisarão ficar...

 Com carinho
Érica Arruda

P.S.: Não escrevam nada em minha lápide(ou na caixinha das cinzas) permanecerei no anonimato, ser famoso da muito trabalho.


Texto totalmente fictício pessoal. Pauta para o Bloínquês 48ª edição cartas
 

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